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19 de junho de 2020

Ações sociais em meio à pandemia

O distanciamento social e a paralisação das atividades presenciais não foram motivos para o Colégio Santo Agostinho deixar de praticar o bem.  Durante o período, os freis agostinianos desenvolveram a campanha “Unidos num só coração”, juntamente com a equipe do Departamento de Evangelização, Pastoral e Ações Sociais (DEPAS) das Unidades do Colégio e das Obras Sociais Agostinianas, como forma de continuar disseminando as mensagens de fé e esperança a milhares de pessoas. 

Dezenas de ações que buscam melhorar a qualidade de vida e o bem-estar da comunidade agostiniana, dos colaboradores e da sociedade em geral vêm sendo realizadas durante esse período tão delicado.  De doações de cestas básicas ao envio de mensagens de carinho, as atividades realizadas por alunos e pelos colaboradores abrangem diversos grupos e necessidades humanas. Frei Luiz Antônio Pinheiro, presidente da Sociedade Inteligência e Coração – SIC, mantenedora das unidades do Colégio Santo Agostinho e obras sociais, ressalta que o momento exige a continuação das ações e criação de novas. “Nesse período, precisamos fortalecer a nossa fé e acreditar que tudo isso vai passar.  É preciso confiar e orar. A oração nos ilumina a inteligência e aquece o coração rumo a um novo tempo de esperança. A nossa fé fortalecida se abre para a esperança e a esperança não decepciona. Dessa forma, o nosso amor se transforma em muitos gestos concretos, de partilha, escuta, cuidado e solidariedade”, ressalta. 

Com o foco em ajudar grupos vulneráveis, pelo contexto da pandemia, os alunos do Colégio Santo Agostinho de Nova Lima se mobilizaram para ajudar a divulgar, via redes sociais, a campanha de arrecadação de cestas básicas realizada pela Associação Comunitária de Moradores da Vila Santana do Cafezal (ACM Cafezal) e do Centro Cultural Lá da Favelinha. Enquanto isso, os alunos do sexto ano do Colégio Santo Agostinho de Belo Horizonte, vêm cuidando do projeto “A Causa Indígena é de Todos Nós”, em convênio com o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), cujo objetivo é arrecadar doações e contribuir nos cuidados que povos indígenas necessitam durante este período. 

Com o projeto “Cuidando Mais” os alunos que participam do Voluntariado Pastoral da unidade BH, além de arrecadarem doações para hospitais, orfanatos e asilos parceiros, cuidam do envio de mensagens virtuais para aqueles que vivem e trabalham nesses locais e que se encontram em isolamento ainda maior, necessitando de mais afeto para enfrentar a situação. Já as ações “Aquecendo o Coração”, “Papo DEPAS” e o envio do “Abraço solidário” estreitaram os laços entre escola e estudantes através de reflexões, música, poesia e orações nas redes sociais e plataformas internas da Unidade. 

A unidade de Contagem, por meio do grupo de voluntariado “Amor e Movimento”, composto por alunos, familiares, educadores e pessoas da comunidade em geral, conduz a Campanha COVIDas, visando atender às famílias em vulnerabilidade social.  Também estreita os laços de apoio e solidariedade com várias instituições, através de mensagens, vídeos, cartas, como o Lar de Idosos Maria Clara, Hospital Municipal de Contagem, ambulatório oncológico da Santa Casa e também acompanha famílias Haitianas da região.

Assim também a Unidade Gutierrez está realizando: vídeos com mensagens de esperança e afeto são enviados para a comunidade educativa através das redes sociais do Colégio.   

A Unidade Nova Lima realizou parceria com uma escola pública do município, buscando auxiliar na transição à educação remota, com a doação de apostilas e material didático.

Os freis agostinianos firmaram ainda uma parceria com a Cáritas Brasileira - regional MG, organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), transformando o edifício ao lado do Colégio Santo Agostinho, no bairro Santo Agostinho, em um ponto oficial de apoio à campanha “Comunidade Viva sem Fome”, que tem como escopo fornecer cestas básicas para famílias de Belo Horizonte e Região Metropolitana, em situação de vulnerabilidade social. 

Uma das obras sociais da SIC, a Escola Profissionalizante Santo Agostinho, produziu mais de 2 mil máscaras, com o auxílio de ex-alunas do curso de Corte e Costura, para distribuir entre moradores em situação de rua e colaboradores do hospital Sofia Feldman. Já o Centro Agostiniano em Ecologia Integral, localizado na cidade de Mário Campos, tem se utilizado da própria produção e doado colheita de pomar e horta a seus vizinhos e colaboradores. 

As ações buscam reforçar, cada uma à sua maneira, os laços entre as escolas e a comunidade ao seu redor, durante a pandemia: “O perigo ainda não passou! É necessário ter muita precaução e cuidado. Mas não vamos parar nossos esforços para nos aproximar das pessoas em vulnerabilidade social que, agora, ainda mais, contam com nossa  ajuda”, completa Frei Luiz Antônio. 

 

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